Depoimentos

 

“Estive aqui ontem, na inauguração, e retornei hoje (25/08). Pretendo percorrer todos os setores, não quero perder nada A feira é uma ótima oportunidade para deficientes tomarem contato com novidades e trocarem experiências com pessoas em igual situação. A percepção de que há, finalmente, grupos pensando e agindo em prol dos portadores de deficiência é compensadora. O evento, sem dúvida, tem sido enriquecedor.”

 

Amilton de Souza, visitante da Feira


 

“Eventos assim representam ferramenta essencial para que a acessibilidade seja incentivada e divulgada. Espero que a iniciativa tenha vida longa e fique mais completa a cada ano. Fiquei impressionada com o que vi. A loja Adapt, na minha opinião, é uma das melhores do Rio, mas, infelizmente, muita gente ainda não a conhece. Há diversos serviços que melhoram a qualidade de vida das pessoas com deficiência. Isso é benéfico para toda a sociedade. Como sou escritora, já tomei uma decisão: vou incluir a feira no meu próximo livro. É uma forma de colaborar também com a divulgação das propostas.“

 

Márcia Garces (Cadeirante), visitante da feira


 

“Estive presente à edição anterior e retornei este ano para conferir os avanços. Estou gostando muito. Aproveitei para trazer o meu filho, que também está bastante empolgado. Só tenho uma ressalva: gostaria que o evento fosse num fim de semana. Assim, teria mais tempo de percorrer cada estande, me familiarizar com cada lançamento. Há muito a ser visto. E o que mais me chamou a atenção foram os softers especiais para o público infantil “muito especial”. Pais e filhos aplaudem a oportunidade de conhecer os lançamentos. As pessoas com deficiência não querem ficar à margem. Querem, sim, ganhar o mundo e fazer uso de todas as possibilidades tecnológicas do mercado.”

 

Marcos Roberto Vieira, visitante da feira


 

“Inclusão social é justamente isso que estamos presenciando aqui na feira: participação e interação. Troca de informação, aposta no novo, na superação de limites com a ajuda de avanços tecnológicos. O importante é, na verdade, democratizar esses avanços, estendê-los a todos os grupos da sociedade. Eventos como este chamam a atenção para um segmento especial precisam se tornar cada vez mais frequentes e abrangentes.”

 

Maria da Penha (Deficiente visual), visitante da feira

 


 

“Estou adorando. Há muitas novidades mesmo! Em tudo, superou as minhas expectativas. Uma feira como esta é muito importante para a inclusão das pessoas com deficiência à sociedade. Tomara que a maior parte dos avanços que observamos nesta edição possa, em breve, se tornar acessíveis a todos. Tomara também que os governantes percebam a importância de eventos desse porte para a cidade como um todo.”

 

Ana de Souza Pereira, visitante da feira


 

“É o primeiro ano em que visito a mostra. Estou realmente impressionado com oque vi. Apesar de ter contato com deficientes - sou professor de geografia e tenho curso de leitura em braile – quando cheguei à feira percebi que o universo é muito mais amplo do que eu poderia imaginar. Houve incontáveis avanços e é uma pena que não ainda não cheguem ao conhecimento da sociedade como um todo. Uma coisa é certa: não perderei a edição do próximo ano. Desde agora, já estou curioso e ansioso.”

 

André Ricardo Quintão Veloso, visitante da feira


 

“Eu desenvolvo um trabalho na área de deficiência visual desde 1992, da época em que a gente fazia o caderno ampliado a mão, com caneta pilot. Incrível, não? Já havia uma série de recursos mais avançados, mas aos quais não tínhamos acesso, principalmente em se tratando da rede pública de ensino. Hoje, a situação melhorou bastante, houve uma evolução. É a primeira vez que visito a feira. O que surpreende é saber que há tanta gente envolvida, falando, desejando que realmente dê certo, que aconteça algo novo. É muito bom ver outras áreas envolvidas no processo, participando. E também ver o aumento da oferta de material. Chegar aqui e encontrar, por exemplo, um minijardim sensorial é simplesmente fantástico!”

 

Isabel Cristina Portela da Silva, visitante da feira


 

“Atualmente é inevitável a divulgação de recursos de tecnologia assistiva. A feira estimula as pessoas a saírem das suas casas e participarem do que está acontecendo. Aqui podemos demonstrar nossos produtos e, principalmente, compreender as necessidades dos deficientes, o que almejam de um produto. A feira permite estreitar o contato entre fabricantes e consumidores (cliente). Favorece o entendimento da real necessidade. A busca de soluções. Esses encontros regionais ajudam a divulgar tantos os produtos quanto as necessidades das pessoas com deficiência. Para mim a feira está sendo altamente positiva, não só pelas possibilidades de negócio, mas principalmente pela troca de experiências e a possibilidade de divulgação de novas idéias”.

 

Carlos Fernandes da Silva, Lógica Funções


 

“O tema da minha palestra foi o trabalho desenvolvido na ABBR no setor infanto-juvenil com a ajuda da tecnologia assistiva. A ABBR é referência no tratamento de pessoas com algum tipo de deficiência e nunca poderia estar fora de um evento como este. Aqui temos a oportunidade de trocar experiências ricas para o setor. Digo isso, porque, no ano passado, recebi um CD que me ajuda no meu trabalho. Recebemos e damos coisas novas. Isso é extremamente importante para o desenvolvimento do nosso trabalho. A escolha do Rio de Janeiro para a realização deste evento não poderia ter sido mais adequada. A cidade é celeiro de novidades no segmento. Torço para que haja cada vez mais eventos como este, que se fale cada vez mais sobre o assunto e que mais pesquisas sejam publicadas.”


Claudia Vianna, representante da ABBR


 

“Apresentamos aqui os avanços tecnológicos na área de educação postural, os novos materiais e recursos computadorizados. Ressaltamos ainda a mudança nos conceitos biomecânicos ao longo dos últimos anos, adequadas agora ao padrão dos nossos pacientes e à nossa própria realidade, diferente em tantos aspectos da de países com mais recursos. Aqui está sendo realizado um fórum que não existe em qualquer outro lugar do Brasil. É a oportunidade de juntar os profissionais de saúde, a sociedade e os pacientes para uma discussão que tem tudo para ser a mais frutífera, não apenas no nível de desenvolvimento de novas tecnologias como de desenvolvimento de novas políticas. É o terceiro ano que eu participo do evento e é impressionante a proporção que ganhou em número de participantes e qualidade. Fiquei positivamente impressionada com o evento no Rio.”

 

Mario Carvalho, representante da Otto Bock Clinical Center


 

“A Biga é um triciclo que garante a ampliação e a autonomia dos cadeirantes. Este ano a novidade é um motor com marcha à ré, que importamos da China. O motor é fabricado pela Lipan, mesmo fabricante dos motores da Honda. Agora, finalmente, conseguimos todos os documentos necessários para comercializar a Biga. Hoje temos uma fábrica com autonomia para produzir 40 bigas por mês. A feira é de extrema importância, pois nela podemos mostrar o que há de novo para o bem-estar dos deficientes. É a nossa segunda participação na feira e percebemos que Marcus Scarpa está fazendo um belíssimo trabalho. A cada ano, novos expositores se juntam ao evento e, consequentemente, novos lançamentos de produtos ficam ao alcance dos visitantes. O evento no Rio está maravilhoso.”

 

Oraci Costa, Projeto Biga

 

“É a primeira vez que estamos participando da feira a convite do Instituto Muito Especial, o que é motivo de grande satisfação. Para a Hidrovida, significa uma oportunidade única de divulgar serviços para um público que necessita deles. Representa a chance de chegarmos a quem ainda não nos conhece e trocarmos experiências com outros expositores e visitantes. Experiências que podemos aplicar futuramente também a nossos clientes.”

 

Ronaldo Wagner, proprietário da Hidrovida


 

“A Revista Sentidos existe há dez anos e traz informações sempre potencializando a capacidade das pessoas, e não à sua deficiência. Uma revista que aborda turismo, qualidade de vida, trabalho, esporte, enfim, tudo que interessa às pessoas, sempre de uma maneira positiva. Este evento é nobre. O Rio de Janeiro ainda está muito carente de informações, portanto, trata-se de uma ação muito positiva para atrair o público e saber que existem formas de ajudar no dia-a-dia com tecnologias: próteses, órteses, lupas, tudo que as alguns desconhecem, mas que já existe. A feira atende a esse público e, sem dúvida, é um passo adianta na busca de maior qualidade de vida. Para o próximo ano, sugiro uma maior divulgação, para que mais deficientes possam comparecer. Isso pode ser conquistado por meio de parceiras com entidades do próprio setor.Trouxe ao evento como novidade a mais recente edição da Revista Sentidos que hoje também tem versão em áudio para que tem deficiência visual. Há um CD para o deficiente visual ouça o conteúdo completo da publicação”.  

 

Denílson Nalin, Revista Sentidos